Reintervenções após troca valvar aórtica transcateter com CoreValve/Evolut vs troca valvar cirúrgica para tratamento de estenose aórtica grave

Reintervenções após troca valvar aórtica transcateter com CoreValve/Evolut vs troca valvar cirúrgica para tratamento de estenose aórtica grave

Título do artigo original: Reinterventions After CoreValve/Evolut Transcatheter or Surgical Aortic Valve Replacement for Treatment of Severe Aortic Stenosis

Referência: J Am Coll Cardiol Intv. 2024 Abr, 17 (8) 1007–1016

Autor do artigo original: Kendra J. Grubbe

Co-autores: João C. LiskoDaniel O\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\’HairGuilherme MerhiJohn K. ForrestPaulo MahoneyNicolas M. Van MieghemStephan WindeckerSteven J. YakubovMatheus R. WilliamsStanley J. ChetcutiG. Michael DeebNeal S. KleimanAndré D. AlthouseMichael J. Reardon

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A necessidade de uma nova intervenção após a troca valvar aórtica é uma das principais preocupações quando se avaliam os resultados em longo prazo.

Esta análise mostrou que as taxas de reintervenção em 5 anos foram baixas tanto após a TAVR quanto após a cirurgia (SAVR). Embora a TAVR tenha apresentado um número maior de reintervenções no primeiro ano, esse resultado foi influenciado principalmente pelas próteses CoreValve de primeira geração.

Já a plataforma Evolut apresentou taxas de reintervenção semelhantes às da cirurgia, reforçando a evolução tecnológica das próteses transcateter e seus impactos positivos na durabilidade dos resultados.

Os achados destacam que, além da escolha entre TAVR e SAVR, a evolução dos dispositivos desempenha um papel importante na redução da necessidade de novas intervenções ao longo do seguimento.

Comentário pela SBHCI

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Reintervenções após troca valvar aórtica transcateter com CoreValve/Evolut vs troca valvar cirúrgica para tratamento de estenose aórtica grave