A durabilidade das próteses de TAVI é essencial para orientar a escolha do dispositivo e o seguimento do paciente.
🫀 No estudo Bern TAVI, com 2.403 pacientes e acompanhamento de até 10 anos, a deterioração hemodinâmica da valva (VHD) ocorreu em 2,2% aos 1 ano, 10,8% aos 5 anos e 25,6% aos 10 anos.
📈 Os preditores independentes de VHD foram: maior volume de cálcio valvar, insuficiência aórtica residual na alta e uso de anticoagulantes orais. Pacientes com VHD apresentaram risco 5 vezes maior de reintervenção da valva, embora mortalidade e endocardite tenham sido semelhantes ao grupo sem VHD.
O estudo destaca a importância de monitoramento longitudinal e manejo cuidadoso de fatores de risco para preservar a função da prótese aórtica após TAVI.
Comentário pela SBHCI
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