O subestudo PROSPECT II analisou como as características de placas não culpadas influenciam o prognóstico de pacientes após IAMCSST e IAMSSST.
Usando NIRS-IVUS, observou-se que as lesões residuais com alto conteúdo lipídico e grande carga de placa — consideradas de alto risco — estavam presentes em proporções semelhantes nos dois grupos.
Apesar disso, o seguimento de 4 anos mostrou taxas semelhantes de eventos cardiovasculares maiores, sugerindo que a instabilidade das placas não depende necessariamente do tipo de infarto inicial.
🔍 O estudo reforça a relevância da imagem intracoronária na estratificação de risco e abre espaço para novas discussões sobre o papel do tratamento de lesões não culpadas.
Comentário pela SBHCI
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