Subestudo do PARTNER 2 mostrou que pacientes com regurgitação paravalvar (RVP) moderada ou maior após TAVI apresentam risco significativamente maior de mortalidade e reinternação em 2 anos.
📊 A RVP ≥ moderada também esteve ligada a remodelamento cardíaco adverso, com aumento das dimensões ventriculares e redução da FEVE, mesmo após ajuste ecocardiográfico.
O estudo propõe que o controle da RVP, inclusive com terapias médicas (como IECA/BRA), pode se tornar um alvo de manejo importante pós-TAVI.
Referência: EuroIntervention, 2022. DOI:10.4244/EIJ-D-21-00951 | Comentado pela SBHCI
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